quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Poesia!?!

A louca

Quando a burrice de uma pessoa se confunde com loucura,

Quando essa pessoa perde a razão e só faz bobagem,

Quando a lucidez se perde, as luzes da inteligência se apagam

E salve-se quem puder, lá vem ela.


Misto de falsidade e orgulho besta,

esconda-se onde puder!

Feito tempestade enfurecida ela venta por onde passa

e espalha sua má vontade de doida varrida.


Ser humano louco, que de razão tem tão pouco

Sua risada parece um grunhido

Sua autodefesa é o ataque.


Por que se preocupa tanto com o outro?

Por que não vive a vida e descansa um pouco?

Sua loucura torna-te burra, menina maluca!


Nota: É tanta gente surtada à minha volta que às vezes preciso fazer “graça” das situações cotidianas, ou enlouqueço junto.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

"Eduardo e Mônica" não mais...

Lendo o texto abaixo, me dei conta de que as coisas realmente precisam de um ponto final.

A maioria das pessoas irá interpretá-lo como uma história triste, sem final feliz... mas quando se tem a determinação de interromper aquilo que já não pode mais dar certo e que não nos traz a felicidade merecida, a história fica bonita. Vira ato de coragem...

2011 foi o ano de acabar com passados que ainda me assombravam. Pessoas que nunca mereceram estar na minha vida, mas que sei lá se por comodismo ou preguiça mesmo, eu não conseguia decidir esquecer totalmente.

Esse texto representa o meu momento. Momento de tirar férias e “viajar” sozinha, mas em paz...

E sim, existe vida após “Eduardo e Mônica”. Mesmo sabendo o quanto é difícil existir outro relacionamento de romance de letra de música, podemos optar por uma vida muito mais verdadeira e dessa forma encontrar a calma e a serenidade de que precisamos para seguir em frente.

É o que eu desejo sinceramente... para mim e para você.

Feliz 2012!


Nota: Texto escrito por Rosana Caiado Ferreira, em contrapartida ao filme publicitário “Eduardo e Mônica – O Filme”, lançado pela VIVO.


“Eduardo e Mônica” – Por Rosana Caiado Ferreira

Mônica já tinha ameaçado duas vezes, mas Eduardo não tinha levado a sério.

Na terceira, falou manso, às oito da manhã, e Eduardo percebeu que era pra valer.

Saiu de casa antes do almoço, com a roupa do corpo – calça jeans e camiseta de malha.

Deixou o utilitário, os gêmeos, a segunda das três parcelas da geladeira que cospe gelo e uma dúzia de fotos da última viagem rasgadas ao meio sobre os lençóis de fios de seda, enquanto Mônica penteava o cabelo diante do reflexo que o espelho do banheiro demoraria a esquecer – Mônica escovando os dentes de Eduardo, Eduardo beijando Mônica com pasta, Mônica dando gargalhadas de olhar para o teto, as crianças batendo na porta.

Embora Mônica tivesse tomado as rédeas do fim, o desejo da separação era compartilhado.

Mas Eduardo não podia imaginar que nem sua mãe, nem seu melhor amigo, nem sua mulher (ex), não fosse segurá-lo pelo braço e dizer “Não pode! Já pro castigo!”

Uma espiral no peito de Mônica doeu como se alguém tivesse aberto o ralo do amor.

Caiu um temporal que lavou os muros da casa que nunca mais será a mesma, ainda que as janelas, as panelas e os tapetes se mantenham iguais – perderam o sentido.

Sofrer uma separação é viver todas outra vez.

Mônica passou um barbante pelas pilhas de fotos separadas por temas (México, Fernando de Noronha, Jeri, aniversários, outras) e colocou dentro de uma caixa, junto com os cartões de aniversário e a aliança de ouro branco – Eduardo tirou a dele assim que soube que Mônica estava sem a dela.

Subiu a escada de alumínio e empurrou a caixa na parte de cima do armário, no fundo – esconderijo preferido do passado.

Demorou dois degraus para entender que as lembranças independem de provas e, como os gêmeos estavam na natação, se permitiu algumas lágrimas sentada ao pé da escada de alumínio, pela certeza de já ter vivido o grande amor de sua vida.

A partir de então seriam apenas histórias circunstanciais, sem a entrega a que havia se acostumado.

Eduardo explicava para Mônica coisas sobre o amor, a saudade, a família e o final feliz.

“Então, vamos namorar?”

E Mônica riu e quis saber se ele estava pedindo anestesia.

“Por favor”.

Ela preferiu experimentar a dor de uma só vez, como se fosse esse o jeito mais rápido de convalescer.

Eduardo foi para uma festa que durou quatro meses.

Tomou drogas de diversas cores, álcoois de preços variados e teve pesadelos de acordar suado – sonhava que tinha levado um caldo e não conseguia puxar ar.

A cada porre, chamava por Mônica, ora com a cabeça enterrada na mesa, ora com a boca cerrada contra o telefone celular.

Algumas vezes, com a língua enfiada em uma orelha qualquer.

E seu corpo, que já tinha tremido de paixão e ansiedade, então tremia de raiva, sentimento próprio dos apaixonados.

Quando Eduardo passou em casa para buscar alguns de seus pertences, sua barba estava cheia e as crianças, nas aulinhas de inglês.

Eduardo e Mônica fizeram no sofá da sala o sexo mais triste de que se tem notícia.

Eduardo gozou e disse “eu te amo”. Mônica chorou, mas secou depressa a lágrima em uma almofada.

E os dois se despediram com pesar, telefonaram para os amigos, tomaram comprimidos e pediram clemência ao mesmo tempo, mas não ficaram sabendo.

Eduardo abria os olhos, mas não queria se levantar.

Passava a mão no lado direito da cama para ver se Mônica estava lá.

Eduardo fantasiava que ela chegaria no meio da noite, se enfiaria debaixo dos lençóis e daria um beijo de bom-dia, que significaria que ela tinha voltado para ficar.

Mônica fingia que estava tudo bem, enquanto diluía a dor no banheiro e dava descarga.

Emagreceu cinco quilos e perdeu as roupas que Eduardo tinha lhe dado de presente – uma das tentativas silenciosas e inofensivas de se manter perto dele.

Chegava em casa, subia a escada de alumínio, abria a caixa e vestia a aliança por alguns minutos, só para matar a saudade.

Em outro canto da cidade, Eduardo via Acossados pela terceira vez na semana.

No cartório, Eduardo olhava para baixo quando Mônica, de ray-ban, perguntou: “Como está seu avô?”

Eduardo não podia responder ou começaria a chorar.

Mônica disse: “Melhor chorar agora do que na frente do escrivão”.

Eduardo não queria chegar com o nariz vermelho.

E chorar ali não significaria não chorar lá, porque sempre que achava que tinha acabado, que já tinha chorado tudo, descobria que tinha mais para chorar.

Eduardo relatou os meses anteriores em cinco minutos e transpareceu o nervosismo da hora.

Mônica se calou.

As testemunhas testemunharam.

O advogado tentou apressar o que Eduardo poderia adiar por pelo menos trinta anos, mas Mônica tratou de providenciar o quanto antes.

Arrependeu-se.

É duro se separar quando o problema nunca foi falta de amor.

O escrivão leu os termos do divórcio enquanto batucava o lápis na mesa num ritmo conhecido a todos os presentes.

Três homens na baia ao lado falaram alto sobre o pagode da noite anterior.

O advogado olhou para o relógio e pediu que conferissem os números da documentação e o mundo provou que não para só porque Eduardo e Mônica estão se divorciando.

A separação e o divórcio, opostos da paixão, pedem gerúndio: demoram meses, talvez anos.

Já a paixão não admite: quando se vê, já foi.

Eduardo encostou o corpo na parede para não desfalecer enquanto Mônica deixou uma lágrima escorrer por baixo do ray-ban, como se os dois estivessem em um velório de pessoas vivas.

Esperou-se o momento em que o escrivão, como um padre, perguntaria se alguém tinha alguma coisa contra aquele divórcio – fale agora ou cale-se para sempre.

E um carinha do cursinho do Eduardo chutaria a porta do cartório e gritaria que eles não podem se separar, ele completa ela e vice-versa, que nem feijão com arroz.

O escrivão mandaria que selassem as pazes em um abraço, que Mônica daria com a força de uma multidão.

Quando o juiz acabou de ler a sentença, Mônica perguntou onde devia assinar.

Levantou-se e assinou como quem faz o cheque que paga as compras do mês.

Eduardo tentou imitá-la, mas a assinatura saiu tremida.

As testemunhas.

O advogado.

Eduardo foi ao banheiro, onde assoou o nariz vermelho.

Eduardo queria tomar um conhaque.

Os dois entraram sozinhos no elevador e foram direto para o poço, apesar da lotação de seis pessoas.

Eduardo e Mônica se abraçaram na porta do cartório e ficaram na mesma posição por dez minutos, em pranto profundo.

Por vezes, trocaram de lado, para aliviar a dor no pescoço – que em minutos se espalharia por todo o corpo.

Eduardo disse: “Você está linda”.

Depois: “Não me arrependo de ter me casado com você.”

Mônica queria dizer “Casaria com você outra vez”, mas não saiu.

Aos amigos, Mônica disse que era o que tinha de ser feito, que essas coisas acontecem, entre outras besteiras.

Sozinha, chorou as lágrimas de uma vida inteira, molhou a gola do vestido e acabou com os lenços de papel da caixa.

Eduardo encheu a cara de garotas.

A casa anda bagunçada e as crianças andam cabisbaixas.

Do lado de fora, a placa “vende-se”.

Eduardo toma o dever e não deixa os meninos ganharem no videogame.

Mônica pega os filhos nos fins de semana e tem bruxismo às terças e quartas.

Eduardo e Mônica sabem que jamais existirá outro amor como o de Eduardo e Mônica, nem mesmo entre Eduardo e Mônica.

Nessas férias, vão viajar, mas não um com o outro.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal!



Em meio a notícias de greve no setor aeroviário, arenga entre CNJ e STF, chuvas espalhando terror, índices de violência expressivos...

Que o verdadeiro sentido do Natal te acompanhe. Que você se torne uma pessoa melhor e mais feliz.

Que possa compreender o outro sem esperar muito em troca.

Que entenda o valor de um sorriso e a importância da família reunida... que entenda que o maior presente já nos foi dado!

E que coisas materiais só têm valor no mundo material. Bom mesmo é ter alguém para abraçar, dar carinho, compartilhar os bons momentos.

Dispa-se de preconceitos e abrace toda a gente, com carinho, com ternura...

Mantenha acesa a chama da solidariedade.



Tem um jingle de natal que eu adoro, e diz assim:



"Quero ver você não chorar,
Não olhar para trás,
Nem se arrepender do que faz.
Quero ver o amor vencer
Mas se a dor nascer,
Você resistir e sorrir.
Se você pode ser assim,
Tão enorme assim eu vou crer
Que o Natal existe
E ninguém é triste
Que no mundo há sempre amor.
Bom Natal, um Feliz Natal,
muito amor e paz pra você,
pra você."



Então... "Bom Natal, um Feliz Natal, muito amor e paz pra você!!!"

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Redes Sociais




Ainda lembro de quando se anunciava com veemência a importância do mundo globalizado, a difusão da internet como ferramenta indispensável ao mundo moderno, e todos os seus surpreendentes, e reais, benefícios.
Nas primeiras aulas da faculdade de Direito ensinavam-nos a importância da analogia, sendo indispensável comentar os crimes praticados na internet, como agir nos casos em que não existiam previsões legais.
Pensou-se em quase tudo. Esqueceram somente de nos dizer como prevenir o mau uso das redes sociais.
Eu já fui adepta, já fui contra e faz uns dois anos mais ou menos, me rendi aos convites dos amigos e voltei. Não sei por quanto tempo mais.
Não consigo mais achar interessante, não tem nada que me motive a utilizá-las.
E qual a finalidade então de manter um blog, quando nem as redes sociais me convencem mais?
Explico melhor fazendo uma rápida comparação entre as coisas que eu escrevo neste blog e as coisas que “curto” nas redes sociais.
A maior diferença está no modo como elas aparecem para as pessoas que me são comuns.
No blog, quem realmente comenta é quem está interessado. Só mesmo alguém com um interesse relevante pelos meus pensamentos desperdiça seu tempo e acessa esta página.
Na rede social, eu invado os murais das pessoas com comentários nem sempre “agradáveis”.
Lembro-me de um episódio recente onde me senti bastante constrangida.
"Penúltimo jogo do campeonato brasileiro, após deixar explícita minha satisfação com o resultado da rodada, fui bombardeada por comentários contrários à minha opinião..."
Refleti e assumi meu erro com um pedido pessoal de desculpas.
Já que futebol é paixão de muitos e motivo de desentendimento entre tantos outros, não poderia eu, pessoa anônima e dotada de extrema ironia, expressar minha humilde opinião!
A verdade é que às vezes escrevemos sem saber a dimensão daquela mensagem e nem damos opção às pessoas, de decidirem se querem ou não ler aquilo.
E está criado o mal estar.
O que era para ser só um comentário sem muita importância, se transforma na coisa mais grave que você já disse... capaz de te fazer ser julgada por pessoas que mal te conhecem...
As redes sociais foram criadas com o objetivo de unir, de modernizar a forma como nos socializamos, mas foi habitada por pessoas medíocres, que não sabem conviver com uma opinião contrária ao seu próprio meio. Não importa se estamos num ambiente virtual ou numa mesa de bar com pessoas conhecidas, a idéia de cada um precisa ser ouvida e respeitada, ou então não conseguiremos entender o grande conceito de viver democraticamente.
Sinceramente? Era mais feliz com os meus diários secretos.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Final Feliz (???)



Vamos voltar no tempo. Em outubro de 2010, o STF proferiu sua decisão sobre o caso Jader Barbalho, na questão da ficha limpa. E a história, resumidamente, foi a seguinte:
Havia número par de ministros na Corte porque Lula não nomeava ninguém para a vaga de Eros Grau. O STF, então, sabia que estava empatada a questão da constitucionalidade da ficha limpa, mas, mesmo assim, cedendo à pressão da mídia, colocou o caso Jader em pauta.
Resultado : empate. E aí é que “a porca torce o rabo”. Resolveu-se na marretada. Melhor explicando, os ministros, não sem muitos protestos, decidiram, por maioria, dar uma resposta. E assim se fez. Como o ministro Peluso não quis fazer uso do voto de qualidade, que na prática significava um voto duplo, entendeu-se que deveria prevalecer a decisão da instância inferior, no caso o TSE, que havia cassado a candidatura de Jader por julgar constitucional a ficha limpa. Na época, houve um alerta para o fato de que se o novo ministro viesse com o entendimento da inconstitucionalidade da lei para aquele pleito, Jader, independente de seu mérito político, seria um injustiçado, porque deveria entrar com uma rescisória.
E quem conhece os meandros da Corte sabe que a decisão da rescisória iria ficar para outro mandato. Dito e feito. O ministro Fux toma posse e se alinha com os cinco ministros que entendiam que a lei era inconstitucional para aquele pleito. O caso de Jader, que já estava decidido, recebe então embargos de declaração. Seja lá o que precisava ser aclarado, o fato é que vão a plenário os embargos, e novamente dá-se empate, agora porque falta um julgador diante da aposentadoria da ministra Ellen. Os ministros Joaquim Barbosa, Fux, Cármen Lúcia, Lewandowski e Ayres Britto rejeitavam os embargos. Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Peluso acolhiam os ditos-cujos. O ministro Peluso proclamou que iria aguardar a nomeação e posse da nova ministra para decidir.
Se a nova ministra, que nessa altura todo mundo já sabia ser Rosa da Rosa, decidisse rejeitar os embargos, Jader teria que percorrer o tortuoso mundo da rescisória. Os embargos, então, eram o atalho salvador. Mais do que salvador, diríamos até milagreiro, porque vá lá, você, entrar com embargos modificativos de um acórdão do pleno num recurso extraordinário para ver o que vai dar....
Enfim, era assim que estávamos. Mas como a coisa já tinha começado torta, por que não entortá-la mais um pouco ? Foi isso que se deu. Provocado por uma petição adrede engendrada (e, segundo a Folha de S.Paulo, "após pressão da cúpula do PMDB"), o ministro Peluso resolveu lançar mão do tal voto de qualidade, aquele mesmo que ele não usou da outra vez, para pôr um fim ao caso, acolhendo os embargos e determinando a posse de Jader, que já perdeu um ano de mandato nessa lengalenga.
Com baixíssima audiência, será o “the end” desta trama vergonhosa? 
Às vésperas das festas de final de ano, não é bem o assunto que eu gostaria de comentar... mas estamos no Brasil, e aqui as coisas acontecem quando se tem menos telespectador assistindo.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Desabafo...

Todos os dias me deparo com casos de extrema má vontade... seja no escritório, nos cartórios, bancos, farmácias, filas de supermercado...

E a mais nova demonstração da preguiça humana, pra não dizer falta de profissionalismo aconteceu hoje e eu relato abaixo.

Solicitei uma “informação” a um colega de trabalho (daquelas que somente ele poderia fornecer) e o mesmo respondeu:

- “Você já sabe o que vai fazer com ela? Se disser, me dará menos trabalho...”

Tem coisas que são inimagináveis de ouvir e até mesmo entender.

“-Ok, sem problemas...” Mas tive vontade de responder:

“-Eu quero esta informação para te sacanear... é, só te fazer trabalhar um pouco! Ainda não sei como vou usá-la!”

Fala sério! As pessoas perdem a noção das suas funções...

(Essa não estava nos planos ser publicada, mas a indignação foi muito grande! )

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Cadê você, querido amigo?

Final de ano, euforia nas ruas, confraternizações inúmeras, Natal, viagem de férias...
Recebi um texto hoje de manhã cujo assunto era “A arte de conviver com pessoas insuportáveis no trabalho.”
Isso me fez pensar na rotina diária. Fez aumentar a saudade que sinto dos meus amigos.
Poucos, mas bons amigos.
Alguns encontro semanalmente, outros dão “aquela desaparecida” vez ou outra...
Entendo bem. Eu também tenho minhas fases de casulo!
É difícil conciliar a vida adulta e as amizades.
Tantas pessoas passam a fazer parte do nosso convívio: colegas de trabalho, vizinhos do condomínio, conhecidos da academia. Nem sempre convivemos com as melhores pessoas do mundo. Bom mesmo seria se trabalhássemos sempre com nossos amigos, mas aí talvez, passando várias horas juntos, os defeitos ficassem evidentes e a amizade abalada.
Culpamos o tempo, e esquecemo-nos que somos nós mesmos os responsáveis pela nossa agenda. E nossos amigos vão ficando distantes, esquecidos na correria do dia a dia.
(...)
Tenho até tentado evitar pré-julgamentos. Ao invés de me lamentar, decidi voltar com o blog.
Acho que essa é a melhor definição para essa minha vontade súbita de retornar...
Talvez quando nos lamentamos e cobramos muito a presença de pessoas queridas nos tornamos chatos, e isso definitivamente nos afasta mais que do aproxima.
Essa primeira postagem não foi um texto elaborado, muito menos do qual eu me orgulhe...
A idéia é que seja apenas um desabafo e faça você se questionar: Cadê você, querido amigo?
Espero ter mais inspiração e alegria para os próximos.
Até breve!